Calendário atualizado muda a data de quem contava com o depósito já em abril
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – A antecipação do 13º salário de 2026, anunciada pelo governo federal, não será simultânea para todos os 39 milhões de beneficiários. Parte dos aposentados e pensionistas só verá o dinheiro cair na conta entre maio e junho, provocando ajuste de última hora no planejamento doméstico.
- Em resumo: quem recebe acima de um salário mínimo ou teve o benefício concedido recentemente pode ficar para a rodada de maio/junho.
Por que alguns segurados ficaram para a segunda leva?
Segundo o Ministério da Previdência Social, o lote extra foi escalonado para alinhar folha de pagamento, corte de fraudes e espaço no orçamento da União. Os depósitos de abril priorizam quem recebe até um salário mínimo e tem benefício há pelo menos um ano completo.
“Os créditos ocorrerão sempre nos últimos cinco dias úteis de cada mês, variando conforme o final do Número de Identificação Social (NIS)”, explica nota oficial da pasta.
Como isso afeta o bolso e o planejamento do aposentado?
Com a projeção de inflação acumulada acima de 4,0% em 12 meses, adiar a primeira parcela por até 60 dias significa, na prática, abrir mão de uma renda extra justamente no pico de despesas de começo de semestre: IPTU, IPVA e material escolar tardio. Especialistas em finanças pessoais recomendam reservar parte da parcela regular do benefício para cobrir gastos emergenciais até que o 13º chegue.
Para facilitar, confira três passos rápidos de organização:
- Anote contas fixas dos próximos dois meses e some o valor total;
- Priorize dívidas com juros altos – rotativo do cartão e cheque especial;
- Evite compras parceladas acima de seis vezes, pois a segunda parcela do 13º cai só no segundo semestre.
O que você acha? O escalonamento atrapalha ou ajuda no seu orçamento? Compartilhe nos comentários! Para mais orientações de finanças do dia a dia, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / INSS